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Monografia é o documento composto de uma parte ou de um número de partes preestabelecido que se complementam (NBR 6023:2000).

Monografia significa, basicamente, uma revisão bibliográfica. Ao contrário das teses de mestrado ou doutorado, as monografias não geram novos conhecimentos. Trata-se de uma trabalho crítico e investigativo sobre conhecimentos existentes, publicados ou não.

O Tema é livre, entre os assuntos enfocados no Curso. Finalizada a monografia, ela deve ser encaminhada ao seu orientador – aquele que o aluno escolheu.

A monografia , assim, consiste em um trabalho original, que pode ser uma revisão crítica da literatura, um relato de experiência ou intervenção profissional, ou ainda uma pesquisa. Uma revisão crítica de literatura deverá apresentar: a) uma organização e integração de material já publicado, avaliando o progresso da pesquisa atual em direção à elucidação de um problema e posicionando-se criticamente em relação ao tema proposto e os estudos citados; b) habilidade em consultar variadas e atualizadas fontes sobre o tema, havendo um balanço entre a citação de artigos científicos e capítulos de livros; c) articulação entre os autores, por exemplo, identificando semelhanças e diferenças, consenso/ controvérsias nos conceitos teóricos ou resultados de pesquisas.

Um relato de experiência ou intervenção profissional (estudo de caso de atendimento clínico, intervenção grupal, experiência multidisciplinar, aplicação de um projeto de intervenção, etc..) deverá descrever a experiência e apresentar uma análise das implicações conceituais subjacentes ao trabalho realizado, descrição de procedimentos ou estratégias de intervenção, com evidência metodologicamente apropriada de avaliação de resultados. A introdução é realizada com base na revisão crítica da literatura e os objetivos do estudo, incluindo a sua justificativa. A metodologia envolve a breve descrição dos participantes (ex: dados sócio-demográficos e clínicos); instrumentos utilizados (ex: questionários, entrevistas, protocolo de registro de observação, etc.) e procedimentos adotados (ex.: observação da interação em grupos, em díades, etc); tipo de atividades propostas (sessões de artes, atividades lúdicas, etc.) local, número e duração de observações, etc. Resultados/Discussão: Desfecho dos procedimentos, embasando teoricamente os resultados, a partir da revisão da literatura realizada na introdução; avaliação crítica sobre a metodologia utilizada no trabalho, tais como limitações das atividades/metodologia e sugestões para futuras intervenções.


Estrutura

A estrutura da Monografia apresenta, geralmente, as seguintes partes:

  1. Capa
  2. Dedicatória (opcional)
  3. Agradecimentos (opcional)
  4. Epígrafe (opcional)
  5. Sumário
  6. Lista de Tabelas
  7. Lista de Figuras
  8. Lista de Abreviaturas e Siglas (opcional)
  9. Resumo (cerca de 250 palavras) e palavras-chave (3 a 5)
  10. Capítulo I: Introdução
  11. Capítulo II: Método (ou Relato da Experiência)
  12. Capítulo III: Resultados
  13. Capítulo IV: Discussão (pode ser apresentada junto com os resultados)
  14. Capítulo V: Conclusões ou Considerações Finais
  15. Referências
  16. Anexos (se for o caso)

 


Referências:

Exemplos de referências:
Por exemplo, no texto: “Bowlby (1989) descreve a evolução do …”
No final do trabalho, nas referências, deve constar:
Bowlby, J. (1989). Uma Base Segura. Porto Alegre: Artes Médicas.
Quando for artigo de periódico, usar o seguinte modelo:
Nunes, D. C., Carraro, L., Jou, G. I. & Sperb, T. M. (1998). As crianças e o conceito de morte. Psicologia Reflexão e Crítica, 11 (3), 579-590.
Exemplo de texto retirado da Internet:
Paim, J. S. & Almeida Filho, N. (1998). Saúde coletiva: uma “nova saúde pública” ou campo aberto a novos paradigmas? Revista de Saúde Pública, 32 (4). Disponível em: <http://www.scielo.br>. (Acessado em 11/02/2000)

 


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O que é um TCC?


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Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) constitui-se em um momento de potencialização e sistematização de habilidades e conhecimentos adquiridos ao longo da graduação na forma de pesquisa acadêmico-científica. Trata-se de uma experiência fundamental na formação do bacharel em Relações Internacionais, uma vez que lhe proporciona a oportunidade de resolver de forma rigorosa e criativa problemas teóricos e empíricos das RI.

Como trabalho que se submete aos padrões da produção científica, o TCC deve respeitar seus parâmetros. Assim, ele envolve três etapas: a de formulação de um projeto, sua execução na forma de uma investigação e a apresentação de seus resultados de maneira a ser julgada pela própria comunidade científica. Estas três etapas conjugadas e sujeitas ao crivo da lógica de procedimento da Ciência asseguram ao TCC um caráter diferente dos trabalhos normalmente desenvolvidos pelos estudantes em suas respectivas disciplinas. O TCC é, portanto, um trabalho de síntese que articula o conhecimento global do aluno no interior de sua área de formação. Como tal, o TCC deve ser concebido e executado como uma atividade científica, não como forma de avaliação de seu desempenho no domínio e/ou avaliação de um conteúdo disciplinar específico. É nesse sentido que o TCC deve possuir um caráter monográfico que respeita a área de estudos à qual se encontra vinculado. Vale dizer que deve estruturar-se em torno de um objeto construído e delimitado a partir de um problema relativo às RI.

Tomando como base o caráter de iniciação científica subjacente à monografia, o TCC compreende, em sua primeira etapa, a elaboração de um projeto de trabalho. Como critérios básicos para esta fase, o projeto terá que atender a quatro requisitos: a escolha do tema, sua definição, delimitação e problematização. Junto a este processo somar-se-iam os métodos e técnicas a serem utilizados, bem como o estabelecimento de etapas de trabalho expressos na forma de um cronograma.

A segunda etapa – execução -, corresponde à realização do projeto propriamente dito. É imprescindível que o aluno, no decorrer desta etapa, aplique os conhecimentos científicos de sua área de conhecimento, bem como efetue as atividades dentro de parâmetros mínimos de cientificidade. Para cumprimento desta etapa o aluno deve valer-se de métodos e técnicas universalmente aceitas pela comunidade cientifica que incluem pertinência, consistência, manipulação de variáveis e de hipóteses, mensuração de dados primários e/ou secundários de acordo com padrões de representatividade e generalização compatíveis com seu tema, seu problema/hipótese de trabalho e sua área de conhecimento ou de exercício profissional.

Finalmente, como toda investigação que possui caráter científico, o TCC deve ser submetido ao crivo da crítica da comunidade. De fato, para lograr sua aprovação final, terá que ser levado à apreciação de uma banca de avaliadores composta de três professores: o orientador e dois outros professores escolhidos de acordo com sua habilitação técnica em relação ao tema de investigação. A banca de exame final é um mecanismo que possibilita a avaliação da monografia sob a ótica de diferentes perspectivas. Nesse sentido, a banca deverá avaliar a consistência lógica da investigação, a coerência entre problema de investigação, hipóteses e nível de demonstração ou de validade argumentativa na correlação entre pressupostos, postulados e corroboração empírica. A subsunção do TCC à discussão pública e dos pares articula-se em torno de dois propósitos: sua submissão à crítica racional e averiguação de sua capacidade de refutação. Sujeito à crítica, na multiplicidade de perspectivas representadas pelos avaliadores, o trabalho de conclusão de curso estará cumprindo estes dois propósitos e atendendo, integralmente, a seu papel de atividade de iniciação científica.

Do ponto de vista do aluno, a defesa diante de uma banca examinadora significa a possibilidade de testar sua competência discursiva, de exercitar sua capacidade argumentativa e de defender sua perspectiva frente a outras diferentes ou concorrentes. Ao mesmo tempo, permitir-lhe-á esclarecer elementos de seu trabalho que possam ter ficado obscuros ou frágeis do ponto de vista de sua consistência ou pertinência científica. Neste sentido, a defesa da monografia exercitará a capacidade lógico-dedutiva, de análise e de síntese do aluno, sua fluência em termos de expressão e defesa de suas idéias, bem como sua capacidade de resposta diante de argumentos distintos daqueles que desenvolveu. A necessidade de defesa diante de uma banca justifica-se, então, como inerente ao próprio caráter de iniciação científica do trabalho de conclusão de curso, como mecanismo de ensino-aprendizagem do próprio discente e como fator que exercita as faculdades discursiva e argumentativa.


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